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Em São Paulo, nossa equipe conheceu a cantora Luiza Caspary, que faz shows com recursos de acessibilidade. Em um estúdio ela faz uma demonstração de como são suas apresentações em shows, acompanhada de audiodescritoras e de uma intérprete de LIBRAS:

“Esse trabalho que eu estou desenvolvendo de fazer shows acessíveis, tentar tornar tudo acessível, eu não consigo dizer a importância que tem, porque eu acho que é uma coisa que todo mundo deveria fazer. Então, eu acredito que seja o pontapé inicial e um exemplo para outras pessoas seguirem, para ver o montão de gente que está esperando para cultura e arte”.

Também em São Paulo, Fernanda Honorato foi até o estúdio do músico Sérgio Sá. Ele tem deficiência visual e contou para gente como começou sua carreira:

“Eu cheguei de Fortaleza para São Paulo em 1966, e no ano seguinte me convidaram para tocar numa banda de bailinho e eu tocava órgão elétrico, na época, principalmente em festas de escola, bailes em clubes de bairro, foi assim que eu comecei a tocar com mais gente e tocar para mais gente ouvir. Eu participei também de muitos festivais no interior, festivais de música popular com amigos meus que se inscreviam para cantar e tocar e eu os acompanhava, aí já comecei a cantar fazendo backing, fazendo vocal”.

Nosso repórter Zé Luiz Pacheco resolveu conhecer alguns instrumentos de percussão. Para isso, ele foi entrevistar o músico Victor Barreto, que explicou como se toca tamborim:

“Uma curiosidade, normalmente a gente vê as pessoas tocando tamborim com uma ou com duas varetinhas. Eu toco com a mão. Você vê mais as varetas em escolas de samba e alguns músicos gostam, mas a maioria dos percursionistas, em shows em samba mesmo, prefere tocar com o dedo, porque o dedo te dá mais liberdade de movimento. Você pode ter mais liberdade, mais batidas. Ainda uso a vareta de vez em quando, mas é mais raro”.

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