Em uma cozinha, atrás de uma bancada, Fernanda Honorato e alunos do curso Chefs Especiais seguram diplomas.

Fernanda Honorato foi até à Instituição Chefs Especiais, em São Paulo, que realiza oficinas de gastronomia para pessoas com síndrome de Down. Ela conversou com Simone Berti, uma das criadoras do Chefs Especiais, e também com alunos do projeto. Simone falou quais são os objetivos da iniciativa:

“Esses cursos de capacitação têm três objetivos. O primeiro é que eles saibam como usar dentro das suas casas, no seu dia a dia. O segundo objetivo é a autonomia financeira, então ele pode fazer coisas que pode gerar renda dentro da sua casa. E o terceiro objetivo é incluí-los no mundo do trabalho. Então alguns alunos, que passam pelo curso de capacitação, têm a possibilidade de ingressar no mercado de trabalho e se desenvolver nessa área de gastronomia”.

Nosso repórter Zé Luiz Pacheco provou a tapioca mais tradicional do Nordeste, no Alto da Sé, em Olinda, Pernambuco. Uma das mais antigas tapioqueiras do Alto da Sé, Dona Zeinha falou sobre a origem da tapioca:

“Dizem que a tapioca é dos índios. Na convivência, a gente começou fazendo só de coco. Aí, com o tempo, apareceu queijo, aí coco e queijo. Aí, agora, é tudo”.

Daniella Cardoso, pedagoga e psicopedagoga, faz uma oficina de culinária pedagógica, no Rio de Janeiro, para crianças com autismo. As crianças aprendem a preparar lanches, depois provam e servem aos colegas. A oficina relaciona o tema com os conteúdos escolares, como escrita, leitura, unidades de medida, entre outras. Daniella conta como a oficina surgiu:

“A oficina de culinária pedagógica surgiu para agregar a demanda do trabalho psicopedagógico com o lúdico. Então, através das receitas que a gente faz aqui, com as crianças, a gente trabalha os conteúdos pedagógicos inseridos em receitas. Então, a gente junta o lúdico com o terapêutico”.

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