Menino sorri e  levanta o braço direito. Ele utiliza uma prótese de mão.

Em São Paulo, nosso repórter Zé Luiz Pacheco entrevista o engenheiro eletrônico Gustavo Brancante, que utiliza impressoras 3D para montar próteses a baixo custo. O projeto idealizado por ele se chama “Open Arms” e já tem cinco peças em desenvolvimento:

“Eu sempre tive vontade de ajudar e quando eu vi que eu podia fazer a diferença eu falei: ‘Bom, por que eu vou fazer isso e guardar para mim e patentear se eu posso fazer uma coisa aberta que vai ajudar o número maior de pessoas?’. Esse software fui eu que desenvolvi que é para controlar a mão com o smartphone. Com o sensor mioelétrico você consegue detectar o estímulo do músculo, e aí você conecta a mão e conforme o estímulo do músculo você consegue fazer o movimento”.

Nossa equipe foi até Campinas conversar com o bioengenheiro Alberto Cliquet. Ele se dedica ao desenvolver de equipamentos e próteses para pacientes com lesão medular, paraplégicos e tetraplégicos:

“O número de pacientes acometidos no Brasil com a lesão medular atualmente são cerca de três a cada hora. Os pacientes são encaminhados pelas diretorias regionais de saúde e também encaminhados por outros centros. Então, o nosso ambulatório atende os cem pacientes duas vezes por semana e o laboratório faz as pesquisas em cima também desses pacientes, que alguns se tornam voluntários. A nossa equipe é formada por engenheiros, fisioterapeutas, médicos ortopedistas, cardiologistas, neurologistas, basicamente todas as áreas”.

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