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Nossa repórter Fernanda Honorato mostra para a gente a Biblioteca Parque, no centro do Rio de Janeiro. A coordenadora de Acervo e Leitura da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Vera Schroeder, falou sobre a acessibilidade da Biblioteca:

“A Biblioteca é toda acessível, com elevadores, com rampas, uma série de equipamentos. Todas essas questões foram discutidas e pensadas com várias pessoas que entendem desse riscado, como a gente diz, como o Instituto Benjamin Constant, o Movimento Down... E essa a ideia que a gente possa investir, pensar para que seja de fato uma biblioteca acessível a todos e a todas”.

Lak Lobato é publicitária e ficou surda repentinamente quando tinha 10 anos. Em 2009, ela fez um implante coclear e redescobriu o som.  No livro “Desculpe, eu não ouvi”, ela conta como foi essa experiência:

“Eu vou contando cada uma das minhas experiências, depois eu conto sobre quando eu fiz o implante, quando eu fiz o segundo implante e para finalizar, para não ficar só uma biografia, eu coloquei um apêndice técnico que explica o implante coclear para leigos. Na minha visão, na visão de uma fono especializada e na visão de uma audiologista”.

O projeto “Livros nas Praças” circula pelo Rio de Janeiro com o objetivo de estimular a leitura. A biblioteca itinerante conta com um acervo de dois mil títulos, entre eles livros acessíveis para pessoas com deficiência. Isabel Porto, coordenadora do projeto falou com a nossa equipe:

“A gente recebe pessoas com autismo, portadores de síndrome de Down, pessoas cadeirantes. O nosso acervo acessível no momento é o maior foco. Estamos trabalhando com livros em Braille aqui”.

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