Em São Paulo, Zé Luiz Pacheco conheceu o Wind Up Free Fall Simulator, um túnel de vento que oferece uma experiência similar a de uma queda livre. Além de se aventurar no túnel, Zé também conversou com o responsável pelo projeto, Luciano Tanz sobre a origem do Windup:

“A origem do equipamento surgiu para o paraquedismo. Ele tem um apelo forte internamente para o paraquedismo, só que hoje que está tendo muito turista, são pessoas que nunca saltaram de paraquedas, pessoas que muitas vezes não pensam nisso”.

Raphael Nishimura mora em São Paulo e é campeão brasileiro e vice-campeão mundial de paraescalada. Ele tem distonia muscular e usa cadeira de rodas. Ele conversou com a nossa equipe sobre o esporte:

“Paraclimb é o termo em inglês que seria da para escalada. No campeonato, as vias são montadas de acordo com a deficiência física. No campeonato mundial, separa por cadeirante, deficiência neurológica, deficiência visual e amputados. Então, cada categoria tem um tipo de escalada diferente. Eu encontrei na escalada uma forma de divulgar o Paraclimb, e mostrar que é possível você ter uma deficiência severa e praticar um esporte tão diferente”.

Juliana Santos adora escalar e tem nanismo. Nossa equipe a acompanhou em um dia de escalada e rapel no morro da Urca. Ela falou sobre a importância do esporte em sua vida:

“A escalada me ensinou a vencer o medo, a vencer qualquer coisa que possa querer me atingir. Então, a escalada trouxe desafios para mim, desafios para eu viver a vida futuramente. Isso é muito importante, porque traz comigo um escudo de vencedora para que eu possa ultrapassar qualquer barreira, qualquer barreira que possa vir”.

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