Zé Luiz Pacheco se divertiu muito em um mergulho nas piscinas naturais na Praia de Serrambi, em Pernambuco. Antes do mergulho, o instrutor Ronaldo explicou os procedimentos e equipamentos necessários para realizar a atividade:

“Depende muito da deficiência da pessoa, mas em geral, por exemplo, no seu caso, tem que estar sempre usando roupas de proteção, ter muito cuidado na hora de vestir a roupa, cuidado na hora de calçar aqui a nossa botinha para você não ter problemas com os dedos, para você não cortar o dedo, danificar, enfim, algum problema mais sério com isso”.

Em São Paulo, Fernanda Honorato conheceu o projeto Simbora Gente, voltado para o desenvolvimento, satisfação e a autonomia das pessoas com deficiência intelectual. A psicóloga Fabiana Ventura contou como surgiu o projeto:

“Eu atendia um casal com síndrome de Down. E esse casal queria fazer saídas, onde eles não saíssem com as famílias e pudessem namorar, se curtir, pudessem escolher os locais onde eles gostariam de ir. Daí, a gente foi pensando em como poderiam acontecer essas saídas e, a partir daí, o meu trabalho como mediadora dos dois foi dar suporte quando eles precisavam. Então, eles escolhiam um local onde eles queriam ir e aí, eu ajudava eles com a questão da socialização, com a questão de lidar com o dinheiro, da localização espacial e foi a partir daí que surgiu o Projeto Simbora Gente”.

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