O chefe de delegação do Comitê Paralímpico da Nova Zelândia, Ben Lucas, e o diretor de alta performance, Malcolm Humm, conversaram com a equipe do Programa Especial. Malcolm falou o que acha do desempenho do paratletismo:

“O nível do esporte paralímpico está sempre melhorando. A gente não pode se preparar para o que foi feito em Londres, porque a gente vai estar atrás. A gente tem que entender para aonde o esporte paralímpico está se direcionando em cada uma das modalidades. E é nessa direção que a gente tem que focar”.

Nosso repórter Zé Luiz Pacheco foi até São Paulo para conhecer o primeiro paratleta brasileiro a participar de uma Paralimpíada de Inverno, Fernando Aranha. Ele agora está treinando para as Paralimpíadas do Rio 2016:

“O meu objetivo no Rio de Janeiro é ser campeão, subir no pódio, cantar o Hino Nacional junto da minha nação, com a medalha dourada no peito”.

Richard Hrynierwicz Junior é secretário-geral da Federação Paulista de Triathlon. Ele falou sobre a estreia do esporte na próxima Paralimpíada e falou da diferença entre triathlon e paratriathlon:

“O paratriathlon é muito parecido com o triathlon, mudando somente a distância. E toda dinâmica de prova é bem semelhante ao triathlon olímpico. A gente tem uma diferença básica que é na saída da água, tem uma pequena pré-transição para a adequação das próteses e equipamentos que vão permitir o atleta chegar até a transição. O grande barato de tudo é a área de transição, onde você tem as trocas de modalidade e o público consegue acompanhar de perto o esporte”.

Mizael Conrado é vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro e tem deficiência visual. Ele começou sua trajetória no esporte como jogador de futebol de cinco e já foi eleito o melhor jogador do mundo:

“O Brasil tem um histórico de transmissão das nossas modalidades e, graças a isso, nós temos conseguido, ao longo dos tempos, criar alguns ídolos, como foi o caso de Clodoaldo Silva, como hoje é o caso de Daniel Dias. Portanto, eu acredito que a realização dos jogos do Brasil será um momento histórico, será um momento ímpar e será mais do que tudo um marco para o segmento paralímpico brasileiro”.

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