Nossa repórter Fernanda Honorato conversou com Alessandra, que é tatuadora e mãe de Johann, de quatro anos, que tem a síndrome de Cri-Du-Chat. Ela falou sobre o que é ser mãe:

“Para mim, ser mãe é ultrapassar qualquer limite que a gente pensa que a gente tem. Amar incondicionalmente, fazer qualquer coisa que antes a gente pensava que não faria. Eu acho que é isso. Ultrapassar todas as barreiras por causa de outra pessoa”.

Nossa equipe foi até Florianópolis conhecer Jane e sua filha Cíntia. Cíntia é a trigésima primeira mulher com síndrome de Down no mundo a ter um filho sem a síndrome, o Augusto.

“O recado que eu mandaria, hoje, para outras mães que estão começando com filhos portadores de síndrome de Down é que usem, em primeiro lugar, o amor, que olhe aquela pessoa como uma pessoa com potencial a ser desenvolvido, porque eu acho que por aí a coisa vai fluir e vai andar, e vão chegar lá”.

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