Nosso repórter Zé Luiz Pacheco fez uma visita a um dos pontos turísticos cariocas mais conhecidos, o Pão de Açúcar. Diego Mello, diretor técnico do bondinho, falou sobre a visitação de pessoas com deficiência:

“Na alta temporada, chegamos a ter 40, 50 pessoas por dia, cadeirantes. Se você for contar mobilidade reduzida, esse número já é um bocadinho maior. Na baixa temporada, passado o Carnaval, essas coisas, fica um pouco mais baixo, 20 cadeirantes por dia.”

Para quem gosta de aviação, uma ótima pedida é visitar o Museu Aeroespacial. Zé Luiz Pacheco foi até lá e conversou com o Coronel Carvalho, que é responsável pela comunicação social do local. Ele falou sobre o museu:

“O Museu Aeroespacial é uma instituição cultural que preserva a memória da nossa aviação, não só nacional, como a aviação geral em todo o mundo. É o maior museu do Hemisfério Sul, em termos de aviação e temos 138 aeronaves, sendo duas réplicas, o restante todas originais e um acervo material incomparável.”

Em Vitória, Fernanda Honorato foi visitar o Projeto Tamar. Paulo Rodrigues, um dos responsáveis, falou sobre o objetivo do projeto:

“O projeto Tamar é um projeto de conservação das tartarugas marinhas. Nós começamos há 35 anos protegendo, descobrindo o que havia nas praias de tartarugas, onde que elas vinham se reproduzir, fazer os seus ninhos. E a gente começou esse projeto justamente protegendo a desova, esse ninhos, para que as tartarugas pudessem se multiplicar.”

Ainda em Vitória, Fernanda visitou o Museu do Trem. O diretor Ronaldo Barbosa falou sobre a acessibilidade do local:

“Nós temos toda a acessibilidade. Para você ir ao museu, você tem a acessibilidade tanto para cadeirantes quanto para deficientes visuais. Nós temos também áudio-guias e temos um monitor treinado para conversar com os deficientes auditivos.”

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