Você vai conhecer Raul Krauthasen, um alemão que desenvolveu um aplicativo para smartphones, que classifica os locais como acessíveis ou não. Ainda na Alemanha, você vai saber sobre a acessibilidade do centro de convenções onde são realizados vários eventos, inclusive a Feira de Frankfurt. E no Uruguai, vamos conversar com Alberto Calcagno, idealizador da primeira escola de cães-guia do país.

Nossa equipe conheceu o alemão Raul Krauthausen, que tem a síndrome dos ossos de vidro. Ele desenvolveu o Wheelmap, um site e aplicativo que mapeia a acessibilidade de locais para cadeirantes. Ele também criou a campanha 1001 rampas, com o objetivo de doar rampas a diversos estabelecimentos em Berlim. Raul falou sobre essa campanha:

“No wheelmap.org, nós podemos também marcar lugares se eles não são acessíveis. Tem muitos lugares que não são acessíveis porque você tem um ou dois degraus na frente da entrada. E então nós tivemos a ideia e iniciamos uma campanha de arrecadação de fundos onde nós pedimos às pessoas para nos darem dinheiro para nós comprarmos rampas e doá-las a esses lugares onde cadeirantes desejam ir. A gente simplesmente chega com um a rampa móvel e é isso, todo mundo está feliz.”

O Messe Frankfurt é um importante centro de convenções que recebe eventos o ano inteiro. Responsável pela área de acessibilidade, Stefan Luchtenberg, falou da importância da inclusão de pessoas com deficiência:

“Nas últimas décadas se tornou evidente que se deve levar em conta as necessidades das pessoas com deficiência e apoiar a criação de condições para que essas pessoas possam participar da vida econômica e social.  E para o Messe era claro aderir a esse conceito”.

Alberto Calcagno é presidente da FUNDAPPAS, uma fundação que trabalha para viabilizar a primeira escola de cães-guia do Uruguai. Alberto foi o primeiro cego a utilizar um cão-guia no país. Ele explica como o cão deve ser treinado:

“O filhote deve ser socializado a partir dos dois meses de vida. É entregue para as famílias que vão fazer efetivamente esse trabalho, isto é, vão fazer o filhote conhecer o mundo para que, quando ele trabalhar na rua, seja como cão-guia ou cão de assistência, não tenha nenhum tipo de surpresa e conheça a maior quantidade possível de coisas”.

E ainda, vamos acompanhar uma dica cultural sobre o Centro de Artes da UFF, Universidade Federal Fluminense.

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