A Auticon é uma empresa alemã especializada em T.I., que contrata trabalhadores dentro do espectro do autismo. Dirk Müller-Remus, fundador e administrador da empresa, fala sobre inclusão:

“A Auticon se considera simplesmente uma empresa normal de consultoria de T.I, entretanto nós trabalhamos com funcionários com síndrome de Asperger. Inclusão significa para mim que no local as pessoas se misturem, autistas e não autistas. Tudo o mais para mim não é inclusão”.

Em Nova York, Fernanda Honorato visitou o Staten Island Children’s Museum, um museu voltado para o público infantil. Lá, ela bateu um papo com Jackie Bouquio, que trabalha no museu e também tem síndrome de Down. Jackie falou sobre como é trabalhar no museu:

“Eu amo trabalhar aqui, é muito divertido. Eu cuido bastante da correspondência, eu tenho uma base de dados no computador, que eu alimento com o nome e endereço de email das pessoas, coisas desse tipo. Tem uma parte que eu faço quando as crianças vêm para os workshops brincar. Na segunda é dia de argila, na quinta é dia de pintura e outras aulas de artes também. Eu tenho que acompanhar todas as criancinhas fofas fazendo projetos e brincando nas nossas exibições. É uma ótima experiência. Eu trabalho aqui há cerca de 10 anos e eu amo.”

E ainda, no Quadro Do Meu Jeito, a nossa consultora de audiodescrição, Virgínia Menezes, que tem deficiência visual, mostra como lida com o dinheiro no dia a dia. E uma dica do livro do jornalista Luciano Alves, que é tetraplégico e escreveu sobre a representação social da pessoa com deficiência na contemporaneidade.

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