Pedro é apaixonado por teatro. Ele falou sobre sua trajetória nos palcos:

Comecei em 2010. Entrei no Tablado, já faz cinco anos. Já fiz "A Visita da Velha Senhora", fui me aprofundando ainda mais. Entrei na PUC esse ano e, quando eu entrei na carreira artística, comecei a pesquisar muita coisa. A performance melhora, a postura, eu já estudei diversas posturas. No teatro tem que ter responsabilidade com o horário, atenção, decorar muito texto, é muito exercício para a cabeça, para memorizar o texto.”

A família sempre incentivou muito Pedro. Nossa equipe foi até a casa dele bater um papo com ele, com a mãe Lívia e com a sua maior fã, a avó Maria Cristina. Lívia falou sobre como Pedro se tornou tão independente:

A independência do Pedro, ele foi conquistando aos pouquinhos e a gente foi trabalhando, a mãe também tem que trabalhar para não superproteger, eu acho que é muito importante. A gente foi, aos pouquinhos, o deixando ir mais longe, ir andando, depois ir de bicicleta, depois pegar ônibus. E a gente foi deixando e vendo que ele podia, já que ele sabe pegar ônibus muito melhor do que eu, ele sabe todos os números de ônibus, sabe aonde vai e aonde volta.”

Pedro é muito amigo dos seus irmãos: Júlia e José Francisco. Júlia falou sobre a relação com o irmão:

Nossa relação sempre foi igual à com meu outro irmão, então, na verdade, nunca teve diferença. Acho que a única coisa mais gritante, para mim, é que mesmo eu sendo mais nova, eu sou como se fosse uma segunda mãe para ele, porque a minha mãe sempre trabalhou muito e ficava fora de casa grande parte do tempo. Então, eu meio que dava uma de segunda mãe, quando ele fazia coisa errada, eu que dava bronca.”

Nossa repórter Fernanda Honorato foi até o teatro para saber um pouco mais sobre a profissão do Pedro. Lá, ela entrevistou alguns atores que contracenam com ele na peça “Bronca de Quê?”. O pai de Pedro, Cezar, também deu um depoimento no teatro e falou sobre o orgulho que sente do filho:

“Para a gente é um motivo de muito, muito orgulho mesmo. Toda essa trajetória do Pedro, os desafios que ele teve que passar e enfrentar. Para a gente é motivo de orgulho, de alegria, de felicidade, tudo de bom.”

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