Nosso repórter Zé Luiz Pacheco foi até o Museu da Vida, no Rio de Janeiro, que oferece exposições sobre ciência, saúde e tecnologia. Ele visitou as exposições, as atividades interativas e aproveitou para saber como está a acessibilidade por lá. Alessandro Batista, que é coordenador de visitação do Museu da Vida, falou sobre os recursos de acessibilidade do museu:

“A Pirâmide, que é a nossa área interna é plenamente acessível, ela não tem nenhum obstáculo para o trânsito. A gente tem também previsto para os nossos eventos intérpretes de LIBRAS. Nós começamos em 2014, ano passado, a desenvolver o projeto para mediação com população surda, com visitantes surdos. O projeto tem por objetivo preparar mediadores surdos para atender o público surdo. O nosso teatro, a nossa tenda da ciência tem rampas de acessibilidade e área reservada para o posicionamento dos cadeirantes para que eles possam assistir à peça normalmente.”

Fernanda Honorato foi até o Instituto Benjamin Constant para mostrar para a gente a sala Célula ao Alcance da Mão. Lá existem maquetes tridimensionais e em alto relevo que permitem o reconhecimento de formas e dimensões de células e tecidos. O professor de ciências Rodrigo Costa explicou como funciona:

“Os modelos são totalmente táteis e disponíveis para o toque. Ao lado dos modelos, nós temos uma descrição em Braille e também em tipo ampliado, para pessoas com baixa visão. E, além disso, a exposição não está disponível apenas para pessoas com deficiência visual. É interessante mostrar que esses modelos também podem ser usados para o ensino de pessoas que não têm deficiência visual.”

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