fh parque2 grande

Na Lagoa Rodrigo de Freitas, Zé Luiz Pacheco entrevistou espectadores que foram assistir a canoagem. Ele conversou com Ana Beatriz, que trabalhou na Rio 2016 e que falou sobre a expectativa para a estreia do esporte nos Jogos Paralímpicos.

“Eu acho incrível, eu acho, assim, não só na paracanoagem, mas em todos os esportes paralímpicos a gente teve um 'boom' muito grande. Eu não esperava tantos espectadores e tanta gente estar engajado, com o esporte em si. Então, eu acho muito legal ter o tanto de público que a gente tem e o tanto que as pessoas estão engajadas mesmo. Assim, eu estou vendo escolas, estou vendo muita gente que realmente está engajada mesmo com o esporte. E a paracanoagem estar sendo aqui é muito legal, porque eu gosto muito do esporte em si.”

Fernanda Honorato foi até o Parque Olímpico conversar com alguns atletas que já passaram pelo programa. Clodoaldo Silva contou para nossa repórter sobre a sensação de vencer uma competição nos Jogos Paralímpicos do Rio de janeiro.

“Fico feliz, porque, quando eu comeceu lá trás, nós nunca imaginávamos que ia ter uma Paralimpíada em 2016, o esporte paralímpico ia ser consolidado e os resultados estão vindo, as arenas estão lotadas. Então, isso me deixa muito emocionado, porque nem nos meus melhores sonhos eu acharia que ia ser tão bom. Eu fico feliz de ter colaborado e de estar contribuindo para essa consolidação do esporte paralímpico. Essa é minha 14º medalha em Paralimpíada, em cinco participações. E saber que tenho 37 anos de idade, que comecei como reabilitação, como fisioterapia, isso me deixa muito feliz, porque eu ainda consigo ser competitivo. Mas, eu aprendi que nossa missão não é só ganhar medalhas para o Brasil, nossa missão é contribuir para que o segmento das pessoas com deficiência possa ter mais respeito, possa ter mais dignidade. Eu acredito que com essas medalhas, mas, principalmente, com as minhas atitudes, com a sua e de tantas outras pessoas com deficiência, a gente consegue mudar o Brasil. E essa mudança de mentalidade, essa quebra de paradigmas está sendo aqui na Paralimpíada do Rio.”

0
0
0
s2sdefault