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Portugal ‚Äď Culin√°ria e Hist√≥ria

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No Programa Especial desta semana, vamos conhecer um pouco mais sobre a culinária e a história de Portugal. Lá, Zé Luiz Pacheco foi à Sintra visitar um castelo e Fernanda Honorato aprendeu alguns pratos típicos do país. E, ainda, mais uma edição do quadro Paralímpicos.

Em uma cozinha Fernanda Honorato com chapéu de chef e avental. Ela segura com a mão esquerda uma bacia. A mão direita tem uma luva e está dentro da bacia. Do lado esquerdo dela um homem com roupa de chef de cozinha e um menino com Síndrome de Down que usa avental e chapéu de chef.

 

Nossa repórter, Fernanda Honorato, conheceu o projeto Down Cooking, que ensina culinária para pessoas com síndrome de Down. Orquidea Silva, responsável pela iniciativa, contou para Fernanda como surgiu e qual é o objetivo do projeto:

‚ÄúEu fui inspirada um pouco por uma amiga minha que vive em S√£o Paulo, Simone Berti, que tem um projeto que tamb√©m se chama Down Cooking, s√≥ que o dela √© Chefs Especiais. E eu, na altura, adorei o que ela fazia e todo o projeto em si. Falei com ela, tivemos uma conversa, ela explicou-me um pouco quais seriam as atividades e como eu poderia fazer. Deu-me um bocadinho do know-how dela e tamb√©m de todas as experi√™ncias que ela j√° tinha tido e eu decidi, ent√£o, implementar o Down Cooking em Portugal. Eu acho que, para mim, o maior prazer que eu tenho na vida √© este momento, √© partilhar tudo tamb√©m que eu consigo com eles, e eu tenho o meu carinho, porque n√£o sou chef de cozinha. Temos aqui uns momentos que nunca mais esquecemos, portanto √© muito bom para todos n√≥s. O que sentimos √© que eles aprendem a ser aut√īnomos na cozinha, conseguem muitas vezes ajudar os pais em tarefas na cozinha e, depois, quando decidem viver sozinhos e ter outra vida, conseguem realmente fazer algo na sua pr√≥pria casa. Eu acho que um problema que existe ainda em Portugal √© de aumentar oportunidades. E eu gostaria de ajudar no sentido de que eles possam, al√©m de aprender aqui conosco, conseguir empregos e seguir uma carreira na cozinha.‚ÄĚ

Em Sintra, Z√© Luiz Pacheco fez uma visita ao Castelo dos Mouros para conhecer um pouco mais sobre a cultura do pa√≠s. Ele conversou com Carolina Martins, que √© doutoranda em acessibilidade nos parques, sobre as adapta√ß√Ķes para pessoas com defici√™ncia que foram implementadas no Castelo.

‚ÄúNo caso do Castelo dos Mouros, o foco foi principalmente nas pessoas com mobilidade reduzida. T√≠nhamos alguns problemas como, por exemplo, o percurso ser muito inclinado, o pavimento ser muito irregular e por n√£o ser poss√≠vel realizar nenhuma altera√ß√£o f√≠sica sob o risco para o patrim√īnio que gerimos. Outros problemas foram, por exemplo, a presen√ßa de alguns lances de escadas, que, para o caso dos cadeirantes, √© muito complicado ultrapassar e tamb√©m a falta de um espa√ßo de estar, um espa√ßo de presen√ßa em que a pessoa n√£o fosse s√≥ vir visitar e sair, mas que pudesse ficar um pouco mais. Ent√£o, n√≥s tivemos esses problemas, essas barreiras. A utiliza√ß√£o do equipamento de tra√ß√£o foi uma mais valia, permite que qualquer pessoa em cadeira de rodas percorrer percursos com inclina√ß√£o de at√© 20%, o que para n√≥s, no caso de todos os parques, inclusive o Castelo dos Mouros, foi muito importante. Isso ultrapassa o problema do pavimento e da inclina√ß√£o tamb√©m. Finalmente, em n√≠vel de ter um espa√ßo para aumentar a viv√™ncia de todos os visitantes, resolve-se ent√£o, fazer um centro de apoio aos visitantes. Ou seja, √© uma estrutura que resolvemos fazer em madeira que tem loja, cafeteria e banheiros acess√≠veis. Portanto, atrav√©s das estruturas rampeadas, √© poss√≠vel acessar todos esses espa√ßos. No in√≠cio do projeto, que come√ßou em 2013, no primeiro ano j√° tivemos um aumento de pessoas com defici√™ncia na ordem dos 19%. Felizmente, em 2015, tivemos um aumento de 23%, ou seja, cada vez est√£o a vir mais. No in√≠cio um pouco mais desconfiados, em locais como, por exemplo, o Castelo dos Mouros, ningu√©m imagina que um local que foi concebido para ser inacess√≠vel pudesse de alguma forma ser acess√≠vel.‚ÄĚ

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